{"id":1597,"date":"2023-09-16T20:23:08","date_gmt":"2023-09-16T23:23:08","guid":{"rendered":"https:\/\/neoprego.org\/?p=1597"},"modified":"2023-09-16T20:23:08","modified_gmt":"2023-09-16T23:23:08","slug":"agencia-fapesp-macacos-prego-que-passam-mais-tempo-no-chao-mostram-maior-diversidade-no-uso-de-ferramentas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/agencia-fapesp-macacos-prego-que-passam-mais-tempo-no-chao-mostram-maior-diversidade-no-uso-de-ferramentas\/","title":{"rendered":"[Ag\u00eancia FAPESP] Macacos-prego que passam mais tempo no ch\u00e3o mostram maior diversidade no uso de ferramentas"},"content":{"rendered":"\n<p>Not\u00edcia\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/macacos-prego-que-passam-mais-tempo-no-chao-mostram-maior-diversidade-no-uso-de-ferramentas\/41926\" target=\"_blank\">publicada<\/a>\u00a0na Ag\u00eancia FAPESP em julho\/2023 sobre as pesquisas do\u00a0<a href=\"https:\/\/neoprego.org\/projects-projetos\/capcult-project\/\">projeto CapCult<\/a>, que \u00e9 desenvolvido por alguns dos nossos membros.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1800\" height=\"1200\" src=\"https:\/\/neoprego.org\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/falotico-3647.jpg?w=712\" alt=\"\" class=\"wp-image-1463\" style=\"width:520px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.neoprego.org\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/falotico-3647.jpg 1800w, https:\/\/www.neoprego.org\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/falotico-3647-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.neoprego.org\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/falotico-3647-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.neoprego.org\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/falotico-3647-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.neoprego.org\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/falotico-3647-1536x1024.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1800px) 100vw, 1800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><b>Karina Ninni | Ag\u00eancia FAPESP<\/b> \u2013 Em artigo <strong><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/journal\/26927691\" target=\"_blank\">publicado <\/a><\/strong>recentemente no <i>American Journal of Biological Anthropology<\/i>, o primat\u00f3logo <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/13606\/tiago-falotico\/\" target=\"_blank\">Tiago Fal\u00f3tico<\/a><\/strong> e o et\u00f3logo <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/83\/eduardo-benedicto-ottoni\/\" target=\"_blank\">Eduardo Ottoni<\/a><\/strong> correlacionam a diversidade no uso de ferramentas \u00e0 terrestrialidade em um grupo de macacos que habita a Serra da Capivara (PI). Segundo Fal\u00f3tico, o grupo \u00e9 bastante peculiar e faz uso de ferramentas como nenhum outro observado antes.<\/p>\n\n<p>\u201cMensuramos que os macacos-prego do Parque Nacional da Serra da Capivara passam 41% do tempo no ch\u00e3o, o que \u00e9 uma taxa alt\u00edssima. Os macacos neotropicais s\u00e3o quase todos arbor\u00edcolas, ent\u00e3o h\u00e1 poucos relatos sobre esse tema. A literatura aponta que primatas neotropicais passam normalmente menos de 1% do tempo no ch\u00e3o. Agora, h\u00e1 esses macacos de Cerrado e Caatinga que ficam muito tempo no ch\u00e3o. E eles eram pouco estudados\u201d, resume Fal\u00f3tico, que \u00e9 pesquisador da Escola de Artes, Ci\u00eancias e Humanidades da Universidade de S\u00e3o Paulo (EACH-USP).<\/p>\n\n<p>Ele explica que o contexto do uso de ferramentas \u00e9 bastante diverso nesse grupo em rela\u00e7\u00e3o a outros, como o da Fazenda Boa Vista, tamb\u00e9m no Piau\u00ed. \u201cL\u00e1 na Boa Vista, eles s\u00f3 usam as ferramentas para quebrar cocos. Mas passam, em m\u00e9dia, 27% do tempo no ch\u00e3o, o que j\u00e1 \u00e9 bastante para esses primatas. Na Serra da Capivara, eles quebram cocos, sementes e escavam com as ferramentas de pedra em busca de alimentos, como aranhas, batatinhas e ra\u00edzes. Tamb\u00e9m batem pedras para comunicar agress\u00e3o, como forma de amea\u00e7a.\u201d<\/p>\n\n<p>Em outro trabalho, publicado em 2013, a dupla de cientistas j\u00e1 havia demonstrado que as f\u00eameas desse grupo espec\u00edfico da Serra da Capivara haviam at\u00e9 mesmo incorporado um novo comportamento para \u201cexibi\u00e7\u00e3o sexual\u201d, utilizando pedrinhas. \u201cElas jogam pedrinhas nos machos para chamar a aten\u00e7\u00e3o. Nos macacos-prego, as f\u00eameas, quando entram no cio, adotam comportamentos como vocaliza\u00e7\u00f5es e express\u00f5es faciais para chamar a aten\u00e7\u00e3o do macho. Nesse grupo percebemos o comportamento inovador de jogar as pedrinhas.\u201d<\/p>\n\n<p>Ele afirma que a correla\u00e7\u00e3o entre a terrestrialidade e o uso de ferramentas era uma hip\u00f3tese. \u201cOs macacos-prego de algumas popula\u00e7\u00f5es usam ferramentas porque t\u00eam necessidade. T\u00eam pouca comida e precisam usar ferramentas. N\u00f3s e outros grupos j\u00e1 hav\u00edamos demonstrado a \u2018hip\u00f3tese da oportunidade\u2019: quando eles t\u00eam o recurso [as pedras e o alimento] dispon\u00edvel, eles come\u00e7am a usar ferramentas e as usam mais. Neste \u00faltimo trabalho, o que eu queria mostrar \u00e9 se essa popula\u00e7\u00e3o, que tinha diversidade maior de ferramentas, era tamb\u00e9m mais terrestre. E a comparei com a da Fazenda Boa Vista, que fica no mesmo Estado. As duas popula\u00e7\u00f5es usam ferramentas, mas a da Serra da Capivara usa uma diversidade muito maior.\u201d<\/p>\n\n<p><strong>Tempo e recursos<\/strong><\/p>\n\n<p>Segundo o primat\u00f3logo, quanto mais tempo os macacos passam no ch\u00e3o, mais oportunidade t\u00eam acesso ao recurso, at\u00e9 o ponto de inovar, como no caso das f\u00eameas que arremessam pedrinhas. \u201c\u00c9 preciso estar no ch\u00e3o um bom per\u00edodo para ter tempo de inovar, o que esse grupo da Serra fez, inclusive, com ferramentas para cavar.\u201d<\/p>\n\n<p>Ainda de acordo com ele, a terrestrialidade n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico fator que influencia o uso de maior diversidade de ferramentas. \u201cA disponibilidade do recurso \u00e9 outro fator. A Fazenda Boa Vista tem menos recurso l\u00edtico, ent\u00e3o pode ser que isso influencie tamb\u00e9m. Mas, por outro lado, sabemos que um fator que limita o uso de ferramentas de pedra \u00e9 o tamanho. A Fazenda Boa Vista tem pedras grandes, pois os macacos ali quebram cocos grandes. Ora, se tem pedra grande, tem pequena tamb\u00e9m. Mas, eles n\u00e3o as usam para cavar, como os da Serra da Capivara.\u201d<\/p>\n\n<p>Para chegar \u00e0 taxa de uso do solo pelos macacos-prego, os cientistas usaram uma amostragem de varredura. \u201cSeguimos o grupo durante dois anos, praticamente todos os dias. Eram 30 a 40 indiv\u00edduos, metade adultos e metade imaturos. A cada 20 minutos, tom\u00e1vamos nota das atividades de todos. \u00c9 uma metodologia b\u00e1sica para estudo de comportamento de animais sociais, que vivem em grupo. Al\u00e9m do uso de ferramentas, eu estava prestando aten\u00e7\u00e3o ao que estavam comendo, se estavam fazendo <i>grooming<\/i> [cata\u00e7\u00e3o] ou se deslocando. Inclu\u00ed ainda na observa\u00e7\u00e3o o local em que eles estavam [altura do ch\u00e3o]. Neste caso, para ver o estrato do espa\u00e7o que estavam utilizando. Tenho esses dados agrupados por esta\u00e7\u00e3o: chuvosa e seca. E por indiv\u00edduo: adulto, juvenil, macho e f\u00eamea.\u201d<\/p>\n\n<p>Fal\u00f3tico afirma que uma hip\u00f3tese descrita na literatura cient\u00edfica \u2013 de que as f\u00eameas teriam avers\u00e3o a risco e iriam menos para o ch\u00e3o \u2013 n\u00e3o foi confirmada pela dupla que assina o trabalho. \u201cN\u00e3o percebemos diferen\u00e7as de sexo na ida para o solo. H\u00e1 diferen\u00e7a, mas pouca, quando se compara o tempo que o grupo, no geral, passou no ch\u00e3o (41%) e o tempo em que apenas os indiv\u00edduos adultos passaram no ch\u00e3o (43%).\u201d<\/p>\n\n<p>O trabalho foi apoiado pela FAPESP por meio de uma <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/104689\/estudo-do-uso-de-ferramentas-em-populacoes-de-macacos-prego-cebus-libidinosus-do-parque-nacional-d\/?q=06\/07187-5\" target=\"_blank\">bolsa de doutorado<\/a><\/strong> no Brasil, de um <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/23246\/estudo-do-uso-de-ferramentas-em-populacoes-de-macacos-prego-cebus-libidinosus-do-parque-nacional-da-\/?q=2006\/07190-6\" target=\"_blank\">Aux\u00edlio \u00e0 Pesquisa Regular<\/a><\/strong>\u00a0e de um <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/102637\/variacao-cultural-em-macacos-prego-sapajus-spp\/\" target=\"_blank\">Aux\u00edlio \u00e0 Pesquisa Jovens Pesquisadores<\/a><\/strong>.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n<p>O primat\u00f3logo adianta que, em um futuro trabalho, pretende-se verificar se uma terceira popula\u00e7\u00e3o encaixa-se nessa hip\u00f3tese da correla\u00e7\u00e3o entre a terrestrialidade e a diversidade de uso de ferramentas. \u201c\u00c9 uma popula\u00e7\u00e3o do Cear\u00e1, do Parque Nacional de Ubajara, que estamos estudando. Tamb\u00e9m nos interessa a influ\u00eancia da terrestrialidade no uso de ferramentas, inclusive a ideia de percep\u00e7\u00e3o de risco no solo. Tentar perceber a resposta deles ao que percebem como risco, se os macacos est\u00e3o mais atentos a poss\u00edveis perigos quando est\u00e3o no solo.\u201d<\/p>\n\n<p><strong>Cuidados adaptados<\/strong><\/p>\n\n<p>O trabalho com a popula\u00e7\u00e3o do Parque de Ubajara gerou um segundo artigo, <strong><a href=\"https:\/\/www.springer.com\/journal\/10329\" target=\"_blank\">publicado<\/a><\/strong> na revista <i>Primates\u00a0<\/i>e assinado por <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/704423\/tatiane-valenca\/\" target=\"_blank\">Tatiane Valen\u00e7a<\/a><\/strong>, mestre em psicologia experimental pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), em parceria com Fal\u00f3tico. O artigo descreve a vida e a morte de um macaco infante que, por conta de uma defici\u00eancia na perna, viveu apenas 2 meses. E mostra que a terrestrialidade pode influenciar, inclusive, o comportamento dos macacos- prego em rela\u00e7\u00e3o a indiv\u00edduos deficientes.<\/p>\n\n<p>\u201cNossa contribui\u00e7\u00e3o maior, neste caso, foi saber como a f\u00eamea lida com esse indiv\u00edduo que est\u00e1 se comportando de modo diferente. Os cuidados com o filhote deficiente antes da morte ainda n\u00e3o estavam descritos na literatura. Trata-se de um relato pioneiro para macacos-prego. De forma geral, esses cuidados n\u00e3o diferem muito do repert\u00f3rio j\u00e1 conhecido, mas houve alguns ajustes, porque o filhote apresentava uma instabilidade na posi\u00e7\u00e3o em que ficava, nas costas da m\u00e3e. Como ele n\u00e3o conseguia se agarrar como os outros, a m\u00e3e aumentou a frequ\u00eancia de ajuste do filhote nas costas. Ajustar a posi\u00e7\u00e3o do filhote \u00e9 um comportamento normal, mas, neste caso, ela fez isso mais vezes. Um macho adulto que tamb\u00e9m carregou esse filhote deficiente algumas vezes aumentou igualmente a frequ\u00eancia de ajuste\u201d, relata Valen\u00e7a.<\/p>\n\n<p>Ela ressalta que a novidade \u00e9 a hip\u00f3tese de que a terrestrialidade possa ter influenciado a evolu\u00e7\u00e3o do comportamento (ou dos cuidados) com indiv\u00edduos deficientes. \u201cA hip\u00f3tese de a arborealidade dificultar o carregamento de indiv\u00edduos mortos tinha sido proposta na literatura. Mas a hip\u00f3tese de que isso poderia afetar o cuidado com indiv\u00edduos deficientes \u00e9 algo que estamos propondo agora, a partir do que observamos.\u201d<\/p>\n\n<p>O trabalho tamb\u00e9m foi <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/102637\/variacao-cultural-em-macacos-prego-sapajus-spp\/?q=2018\/01292-9\" target=\"_blank\">apoiado pela FAPESP<\/a><\/strong>\u00a0 .<\/p>\n\n<p>Valen\u00e7a lembra que o carregamento da cria depois de morta \u00e9 comum. \u201cNormalmente, esse v\u00ednculo de carregar e fazer cata\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m depois da morte do filhote. Quanto tempo isso dura \u00e9 que varia. Ela carregou o corpo por horas e n\u00e3o forrageou nada durante esse tempo, al\u00e9m de moscas que estavam no corpo. N\u00e3o foi atr\u00e1s de frutos, nem invertebrados e n\u00e3o estava se alimentando. Carregou um corpo com 14% do peso dela por mais de um quil\u00f4metro.\u201d<\/p>\n\n<p>O comportamento, por\u00e9m, \u00e9 mais extensamente observado em macacos terrestres, como os chimpanz\u00e9s ou os <i>Macaca fascicularis<\/i> (ou macaco-cinomolgo). \u201cTem as que largam depois de algumas horas, tem as que carregam por dias. H\u00e1 casos extremos at\u00e9, de chimpanz\u00e9s, que carregam por meses um filhote morto.\u201d<\/p>\n\n<p>No caso do macaco-prego, um outro cuidado que a f\u00eamea tomou, e que n\u00e3o passou despercebido pelos pesquisadores, foi usar a cauda para segurar o filhote na hora de quebrar cocos. \u201cGeralmente, para se estabilizar durante a atividade, eles costumam colocar a cauda no ch\u00e3o ou agarrar com a cauda na \u00e1rvore, porque quebrar um coco com uma pedra \u00e9 um comportamento que exige uma manipula\u00e7\u00e3o muito fina, e exige for\u00e7a. Essa f\u00eamea, \u00e0s vezes, levantava a cauda, e n\u00f3s achamos que era para poder segurar o filhote, porque ele ficava muito inst\u00e1vel especialmente nesses momentos de quebra de coco. E ela, sem o uso da cauda para se estabilizar, n\u00e3o estava t\u00e3o apoiada quanto poderia.\u201d<\/p>\n\n<p>\u201cNessa terceira popula\u00e7\u00e3o, do Parque de Ubajara, h\u00e1 muita pedra no ch\u00e3o e vai ser muito interessante poder comparar com a Serra da Capivara, porque vamos conseguir controlar a vari\u00e1vel \u2018disponibilidade de recursos l\u00edticos\u2019\u201d, adianta Fal\u00f3tico.<\/p>\n\n<p>O artigo <i>Greater tool use diversity is associated with increased terrestriality in wild capuchin monkeys<\/i> est\u00e1 dispon\u00edvel em: <strong><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1002\/ajpa.24740\" target=\"_blank\">https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1002\/ajpa.24740<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n<p>J\u00e1 o estudo <i>Life and death of a disabled wild capuchin monkey infant<\/i> pode ser encontrado em: <strong><a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s10329-023-01052-1\" target=\"_blank\">https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s10329-023-01052-1<\/a><\/strong>.<br \/>\n\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Not\u00edcia\u00a0publicada\u00a0na Ag\u00eancia FAPESP em julho\/2023 sobre as pesquisas do\u00a0projeto CapCult, que \u00e9 desenvolvido por alguns dos nossos membros. Karina Ninni | Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Em artigo publicado recentemente no American Journal of Biological Anthropology, o primat\u00f3logo Tiago Fal\u00f3tico e o et\u00f3logo Eduardo Ottoni correlacionam a diversidade no uso de ferramentas \u00e0 terrestrialidade em um grupo &hellip; <a href=\"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/agencia-fapesp-macacos-prego-que-passam-mais-tempo-no-chao-mostram-maior-diversidade-no-uso-de-ferramentas\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">[Ag\u00eancia FAPESP] Macacos-prego que passam mais tempo no ch\u00e3o mostram maior diversidade no uso de ferramentas<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[13,7,8,16],"tags":[44,59,64],"class_list":["post-1597","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-capcult","category-projetos","category-publications","category-serra-da-capivara","tag-fapesp","tag-noticia","tag-pesquisa","no-featured-image"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1597","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1597"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1597\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1597"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1597"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.neoprego.org\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1597"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}